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Passo a passo para farmácias aderirem à campanha contra violência doméstica

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As farmácias interessadas em participar da campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica, lançada pela AMB e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), devem assinar digitalmente o termo de adesão da campanha. Em seguida, basta enviar o documento em formato de foto para o e-mail sinalvermelho@amb.com.br ou mensagem para o número (61) 98165-4974.

Após a formalização da parceria, a empresa voluntária assume o compromisso de oferecer treinamento aos seus funcionários, por meio da cartilha e do tutorial disponibilizados pelos idealizadores da iniciativa. Além disso, as farmácias terão que colocar o cartaz da campanha na loja para que as vítimas saibam que a unidade faz parte da ação.

Como identificar a vítima
Ao entrar no estabelecimento, a mulher mostrará a mão com o símbolo “X” em vermelho ao farmacêutico ou ao atendente, que acionará polícia imediatamente. Balconistas e farmacêuticos não serão conduzidos à delegacia e nem, necessariamente, chamados a testemunhar.

Caso a vítima não possa esperar a chegada da polícia, basta anotar o nome, documento de identidade, CPF, endereço e o telefone e repassar às autoridades competentes.

No endereço www.amb.com.br/sinalvermelho, estão disponíveis as cartilhas voltadas às farmácias e às mulheres vítimas de violência doméstica, além do termo de adesão.

Apoio
Quase nove mil estabelecimentos filiados à Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e à Associação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias e Drogarias (Abrafad) já aderiram à campanha que tem o objetivo de incentivar a denúncia de maneira silenciosa e discreta.

A iniciativa conta com o apoio também do Instituto Mary Kay, Grupo Mulheres do Brasil, Mulheres do Varejo, Conselho Federal de Farmácia, Conselho Nacional dos Chefes da Polícia Civil, Conselho Nacional dos Comandantes Gerais, Colégio das Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Doméstica, Fonavid, Ministério Público do Trabalho, Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais, Conselho Nacional do Ministério Público, Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais, e Promulher do Ministério da Justiça e Segurança Pública. (Texto: AMB)

Confira aqui a lista de redes de farmácias parceiras

Confira aqui a cartilha para as farmácias