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Asmac acompanha capacitação de magistrados no sistema eproc no Acre

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A presidente da Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), juíza Olívia Ribeiro, e o segundo vice-presidente da entidade, juiz Mateus Santini, acompanharam nesta quinta-feira, 27, o encerramento do novo ciclo de formação da magistratura acreana no eproc, sistema oficial de tramitação processual do Estado. O acompanhamento institucional reforça o apoio da associação às ações de qualificação técnica voltadas ao aperfeiçoamento da rotina de trabalho e à adaptação dos magistrados à nova plataforma digital.

Promovido pela Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud), o treinamento foi realizado ao longo de quatro dias e reuniu juízas, juízes e assessores da capital e de comarcas do interior. A capacitação focou na exploração prática dos recursos de automação e personalização do sistema, que atualmente já cobre a totalidade das unidades de primeiro grau do Judiciário estadual.

As atividades foram conduzidas pelos juízes Taíse Velasquez e André Tesheiner, ambos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), que compartilharam a experiência prática acumulada na Justiça gaúcha. Em razão do número de inscritos, os participantes foram divididos em duas turmas para facilitar a troca de experiências e o aprendizado das ferramentas operacionais.

De acordo com a administração do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), o investimento contínuo em treinamento visa assegurar a transição tecnológica sem prejuízo à produtividade ou sobrecarga de trabalho às equipes. O presidente da corte, desembargador Laudivon Nogueira, destacou que o domínio pleno do sistema produz impactos diretos na prestação jurisdicional, beneficiando servidores, magistrados e o cidadão.

Entre os magistrados participantes, a avaliação foi de que a qualificação amplia a segurança no uso das ferramentas digitais e contribui para a celeridade dos processos. A juíza Gláucia Gomes, titular da 1ª Vara Criminal de Cruzeiro do Sul, ressaltou que a eliminação de gargalos burocráticos e a redução de cliques na tramitação geram ganhos em qualidade de vida no ambiente forense e conferem maior rapidez às respostas da Justiça à sociedade.